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Bem estar > Equilíbrio
1 de outubro de 2018

Resgatando a identidade na maternidade

A gente sabe que conciliar os papéis de mulher, esposa, mãe, dona de casa, profissional não é nada simples. Seja pelo pouco tempo, seja por desequilíbrio. Quando eu engravidei já senti o lado mãe tomar conta e colocar o lado feminino encostado. Isso porque as mudanças são profundas e intensas não só no corpo, mas também na mente. A gente acaba assumindo o papel único de mãe. O mais importante é a vida …

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28 de setembro de 2018

Cada mãe com sua realidade

Quando Álvaro ainda era um bebê e acordava de quatro a cinco vezes para mamar eu fica esgotada, claro. Se tem uma coisa que fazia falta na maternidade (costuma fazer ainda rs) era dormir bem. Daí que um dia eu vejo uma outra mãe dizendo assim: quando seu bebê acordar no meio da noite, levanta, solta um aleluia e vai sorrindo. Comentei com Emerson dizendo que eu devia fazer isso. Porque eu …

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21 de setembro de 2018

O que eu acho que muda depois dos filhos?

1. Se a tolerância era boa aumenta; se era curta acaba. A tolerância muda mesmo, para melhor ou para pior. Após os filhos a gente pode ficar mais tolerante, mais compreensível com o marido pelo fato de ter feito a melhor coisa juntos e ver como ele se dedica, se esforça para ser um bom pai. Ou, podemos não tolerar nem o que antes era tolerado. A tolerância pode ir por água …

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19 de setembro de 2018

Sobre a perda de identidade quando a gente vira mãe

No começo a gente perde a identidade mesmo. Não é nada fácil esse processo de nascer uma mãe. Na verdade as etapas desse processo começam antes mesmo de engravidarmos. Algumas simplesmente deixam de tomar a pílula, outras precisam de tratamento. A ansiedade da espera é difícil. Mas conseguimos e durante a gravidez que é um período lindo, um estado de graça, passamos por muitas mudanças. Choramos, rimos, temos dores lombares, enjoos, pés …

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16 de setembro de 2018

BC na Casa da Vizinha – Filhos e o “criar asas” tão cedo

Eu trabalhava quando o Pititico nasceu. Fiquei de licença por cinco meses e quis deixar o trabalho para ficar com ele. Acho que esse é um sentimento comum nas mães. O que a gene deseja é proteger, cercar de cuidados aquela pessoinha tão pequena e independente. Mas isso não foi possível aqui em casa. Então, meus pais ficaram com ele pra que eu voltasse a trabalhar. A primeira vez que o Álvaro …

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