3 de outubro de 2018

Perda de fôlego no bebê

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Quando o Pititico tinha um ano tivemos episódios de perda de fôlego.

A primeira vez aconteceu quando o Pititico caiu sentado, bateu a cabeça de leve na cadeira e chorouuuuuu. Peguei ele no colo e ele ficou roxo. Engoliu fôlego. Soprei ele, sacudi, gritei. Ele voltou. Ficou mole. Passei água no rosto dele. Abracei, chorei.

E se repetiu na terça-feira. Depois do banho, tava preparando o leite dele. Ele pegou o bico da mamadeira e ficou brincando. Aí eu peguei pra tampar e chorouuuuuuu. Ficou pálido. Engoliu fôlego de novo. Gritei pra ele voltar. Levei um baita susto!

Então, conversei com a pediatra e ela disse que isso é uma pirraça “mais forte”. Aiai, Pititico pirracento? Jesus! Ela disse que a melhor maneira de evitar que as crises sejam constantes é “ignorando”. Direcionando a atenção dele pra outra coisa. Eu já tô conseguindo fazer isso e funciona mesmo. Mas sinceramente? Espero que não fique se repetindo, porque apesar de saber que não faz mal pra ele, eu continuo me assustando.

Sobre a perda de fôlego👇
Ela acontece durante aquele choro quando a criança é contrariada, às vezes, ocorre um espasmo, com uma parada na respiração, provocando a crise de perda de fôlego.

No meio do choro, a criança para de respirar e fica inerte, quase desmaiada. O episódio dura em média uns 20 segundos, mas é suficiente para apavorar os pais e outras pessoas que também cuidam das crianças.

Embora não haja motivo para preocupação, convém notificar o pediatra destes episódios.
Se ficar constatado que se trata da crise da perda de fôlego, não há nada a fazer. O melhor remédio nesse momento é tentar mudar a atenção da criança para outra coisa de que ela goste.

Perda de fôlego não se trata de uma convulsão e em menos de um minuto a criança respirará de forma normal e estará completamente alerta.

Na perda de fôlego o melhor é ficar ao lado da criança e tentar não entrar em pânico. A criança deve permanecer deitada, porque esta posição aumenta a circulação de sangue no cérebro.
Não é preciso respiração boca a boca, nem sacudir a criança, ou jogar água em seu rosto. Em poucos instantes o organismo retoma a respiração normal.

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